sexta-feira, 27 de novembro de 2015

2015 - Dia 5: Estátua da Liberdade, Museu, Festa

Análise de Viagem
Nesse dia fomos ver o grande ícone da cidade: A Estátua da Liberdade. No ano anterior tínhamos comprado o ticket para descer na ilha e subir no pedestal. Foi super legal, mas dessa vez queríamos fazer algo mais rápido. Então optamos pelo Ferryboat, que passa em frente à estátua, mas não para na ilha. Além de não termos que passar por várias filas de segurança, ainda fizemos o passeio de graça, pq esse Ferryboat é gratuito.

Para pegá-lo fomos de metrô até o Sul da Ilha e descemos na estação Whitehall. Caminhamos poucos minutinhos e já estávamos na estação do barco. Tem uma fila grande, mas o barco é imenso, então cabe muuuuita gente.
 

Quando chegamos do outro lado, tivemos que sair do barco e correr para pegar o próximo que já estava quase saindo. Tudo de graça! E novamente vimos a Estátua!


Voltamos para o Sul da Ilha, e pegamos novamente o metrô para a Times Square. Quando chegamos na praça fomos tentar aparecer no telão, ficamos lá dentro de um cercadinho esperando nossa imagem aparecer no letreiro luminoso! Tivemos então nossos 30 seguros de fama rsrsrsr!!! Na foto aparece mais o meu celular do que meu rosto, mas valeu a intenção!

Fomos almoçar no Olive Garden que é outro restaurante que amamos!!! Ele fica bem no centro da Times Square e tem uma vista linda. No futuro queremos passar o réveillon aqui, vendo a esfera descer da torre aqui no Olive Garden.


Gosto tanto das entradas desse restaurante!!!! Eu pedi a salada e o Lipe pediu a sopa.



Dali fomos para o Moma, mas antes passamos na escultura Hope (53 st x 7av). Já tínhamos tirado foto no Love no início da semana.


O Moma é um Museu de Arte Moderna incrível. Somente as sextas-feiras a partir das 15:30h a entrada é gratuita. É claro que o museu fica super cheio, mas vale a pena a economia.


Começamos pelas exposições do museu...


Eu tinha uma listinha de coisas que queria ver e a mais importante era uma exposição da Björk, uma cantora e compositora islandesa.



E andando pelas salas de exposição, descobri Grete Stern! Uma feliz surpresa! A exposição com várias gravuras que retratavam sonhos em colagens estranhas e ao mesmo tempo exuberantes. Incrível conseguir retratar algo do inconsciente.


A exposição também mostrava exemplares de um jornal argentino que pretendia ajudar os leitores através da Psicanálise.


Lipe queria ver a exposição da Yoko Ono. E também foi uma experiência bem interessante.



Não posso colocar a parte mais esquisita da exposição da Yoko Ono pq era um vídeo da bunda do John Lenon rsrsrsr!

Enfim, saímos do Museu cheios de pensamentos e histórias para contar. A modernidade é sempre inquietante, e percebemos claramente a diferente desse museu para os museus focados na história da humanidade. Após olhar para o passado nos outros museus, esse nos fez pensar na atual condição do homem moderno.



Nosso dia de andanças estava quase terminando.... fomos para casa descansar um pouco pq a noite seria longa!!!

Após o descanso, eu me produzi toda para a night! Tirei até uma foto para checar se estava tudo certinho rsrsrs!


Escolhemos passar a noite no 230 Fifth, que fica na Quinta Avenida em um terraço super charmoso. Do terraço conseguimos ver o Empire States todo iluminado a noite. 


Olha ele aí!


O bar tem umas luzes vermelhas espalhadas por ele para deixar o ambiente mais quentinho. Estávamos no verão mas mesmo assim, a noite faz frio. Não sentimos frio lá em cima, e só depois percebi essas luzes nos aquecendo. Durante o inverno, tem uns roupões para as pessoas colocarem para aguentar ficar lá em cima. Outra opção é aproveitar a parte fechada do local, mas aí, não tem tanta graça...


Nos divertimos muito nessa noite, nos sentimos em um filme novaiorquino, em uma festa chique e exclusiva rsrsrsrsrs!!!! 

PS: Somente para os mais íntimos contarei como terminou essa noite rsrsrsrs!!!!



2015 - Dia 4: Bairros de NYC

Análise de Viagem
Começamos esse dia tomando café na nossa amada Dunkin' Donuts, escolhemos várias rosquinhas de sabores diferentes. Eu já estava com saudade do meu tradicional café-da-manhã, então pedi um maravilhoso misto-quente. Lipe sempre fica rindo de mim, pq onde vou eu sempre dou um jeito de comer um misto-quente. Eu adoro!


Dali, pegamos o metrô e seguimos para conhecer a High Line, que é um parque construído em uma antiga linha de trem abandonada. Os acessos à linha são por elevadores, já que a linha fica a 8 metros de altura.


Em 1930 quando a High Line foi construída, os bairros eram ocupados por indústrias, mas agora após a transformação da linha em um parque, os galpões estão sendo convertidos em galerias de arte, studios de design, lojas, museus, residências.



O parque tem muitas áreas verdes e bancos para leitura e descanso. Além disso, também serve de pista de corrida e caminhada.



No final do dia, muitos sentam nesses bancos para contemplar o pôr do sol no Rio Hudson. Nós fomos pela manhã, mas também aproveitamos os bancos para descansar e contemplar a paisagem.


A High Line termina perto do Gansevoort Market (52 Gansevoort Street). Esse mercado foi originalmente inaugurado no final de 1800. O antigo espaço de armazenamento com portas de garagem está sendo revivido, mas a arquitetura do mercado permanece fiel à autenticidade da área.


Por dentro tem várias opções para refeições e lanches.


Sentamos nessa área com bancos e cadeiras para fazer um lanche rápido e seguir com nosso roteiro.


Dali, pegamos o metrô novamente e seguimos para o Soho. O bairro tem esse nome pq é a abreviação de South of Houston. É um bairro cheio de charme, sofisticação e lojas caríssimas. Algumas ruas são de paralelepípedo, que dão o maior charme ao lugar. Tem também restaurantes caros e famosos, além de galerias de arte.


Encontramos uma amiga nossa que mora nos Estados Unidos e fomos almoçar em Little Italy, que é pertinho do Soho (e tem restaurantes mais baratos rsrsrs). Dá pra ir caminhando mesmo de tão perto!


Escolhemos um restaurante a esmo, eu não tinha procurado nenhuma indicação e até que gostamos bastante. É claro que escolhemos o típico Tiramisu de sobremesa, e adoramos!


O próximo bairro, que também é uma continuação, é Chinatown. Mal dá pra perceber que saímos da Itália e entramos na China rsrsrs. Na verdade, Chinatown está crescendo muito e quase engolindo a Little Italy.


Chinatown é um grande mercadão de produtos chineses, uma bagunça só! Mas é claro que é ótimo ver a movimentação, ouvir o idioma e comprar bugigangas! A parte que mais gostei foi uma feirinha de frutas.



Olha como eles chamaram a nossa conhecida jaca: jack fruit!


Terminamos nosso passeio por esses três bairros (Soho, Little Italy e Chinatown) e voltamos para o coração de Manhattan. Era a vez de passar pelo Bryant Park.



Ele é um enorme parque gramado no meio da cidade que os novaiorquinos usam para descansar. Nós tb descansamos bastante ali enquanto assistíamos a uma aula coletiva de yoga.


Resolvemos terminar nosso dia passeando pela Quinta Avenida e olhando as vitrines. Enquanto andávamos reparei que passamos por muitas igrejas antigas. Sempre acho incrível essa mistura entre o novo e o velho que encontramos em NY.


Caminhamos em direção à loja da Apple que fica bem no início da avenida. E é claro que aproveitamos para registrar mais uma vez esse cubo de vidro gigante e aproveitamos tb para usar a internet gratuita e poderosa da Apple rsrsrsr!


Depois de toda essa caminhada, terminamos nosso dia na Bloomingdale's, que é uma super loja de departamento. Já estávamos bastante cansados, então só andamos um pouquinho e depois pegamos o metrô de volta para nossa casinha.



2015 - Dia 3: Maratona de Museus

Análise de Viagem
Acordamos, e fomos caminhando até a estação do metrô. No caminho passamos em um mercadinho e compramos os itens para o nosso café-da-manhã no Central Park. Compramos frutas e sucos e seguimos em direção ao parque.


O Central Park é imenso, então da primeira vez que viemos não conseguimos conhecê-lo por completo. Dessa vez, montei um roteiro começando exatamente de onde tínhamos parado.

Escolhemos um lugar tranquilo para montarmos nosso café-da-manhã super saudável.


E ficamos ali, conversando, rindo, comendo....


Nossa próxima parada era o The Metropolitan Museum, mas ele só abriria às 10h, então ainda tínhamos bastante tempo para descansar no parque...


Por volta de 10h, pegamos nossas comidinhas e guardamos, e fomos em direção ao MET. Mas quando tentamos entrar o segurança nos impediu, dizendo que não podíamos entrar com bolsa. Ficamos tristes, pois tinha sobrado frutas e eu não queria jogar fora. Então, meu amado esposo cara de pau, foi em um food truck e pediu para o funcionário guardar nossa bolsa até voltarmos. O primeiro nos cobrou 5 dólares para guardar, aí desistimos. Lipe foi em outro e o rapaz aceitou guardar sem cobrar nada.

Entramos no museu, pagamos 1 dólar por cada ticket (o preço é sugerido, então vc paga quanto quiser para entrar). E começamos a nos deliciar com esse, que para mim, é o museu mais incrível de NY!
 

Eles tem muitas peças do Antigo Egito.


É claro que o Lipe tinha que fazer graça.


Adorei essa foto com os vitrais.



Fiquei procurando e ansiosa para ver esse quadro de Monet, que eu sempre achei lindo: "Le Bassin aux nymphéas " de 1899. Ainda irei conhecer os jardins de Giverny na França para ver esses jardins pessoalmente. 


Por fim, visitamos uma exposição que contava a história sobre a descoberta do vidro feita pelos chineses: Through the looking glass.


No final do passeio, subimos para o terraço do museu. Ele tem uma vista linda do Central Park e dos prédios ao fundo.


Saímos do MET e fomos para uma maratona de museus, um quase do lado do outro. Alguns não tão bons, mas museu é sempre interessante! Passamos pelo Solomon R. Guggenheim Museum.


Depois passamos pelo Museum of the City of New York.



Todos esses museus ficam na beira do Central Park. Então aproveitamos e tiramos foto no maior lago do parque.


Depois dessa maratona ainda tinha mais um museu para conhecer, mas esse ficava um pouco afastado do centro de NY. Para chegar ao Cloisters tivemos que atravessas o Central Park para pegar o metrô do outro lado do parque. Pensamos que a caminhada seria rápida, mas esquecemos de levar em consideração o tamanho gigantesco do parque... andamos bastante....



Quando chegamos do outro lado do parque, pegamos o metrô e descemos em uma das últimas estações - 190 St. Qd saímos da estação avistamos a entrada do Fort Tryon Park. Entramos nele e ainda andamos uns 10 minutos até chegar no The Cloisters.


O Museum pertence ao Metropolitan, então o mesmo ingresso que compramos lá (por 1 dólar) serviu para entrarmos aqui. Aqui pudemos ver obras produzidas na Idade Média na Europa e por isso o Museu foi construído em forma de castelo.


A vista do Rio Hudson é linda!



Dentro, podemos ver várias obras.


E ainda tem um jardim no meio para descansarmos e apreciarmos a vista.


Lipe encarnou até o Corcunda de Notre-Dame preso na torre.


E pra terminar fizemos nossa foto de carão, estilo catálogo da Calvin Klein rsrsrsrsr!


Voltamos para o metrô e pegamos e trem para o Centro novamente. Resolvemos almoçar no Dallas BBQ que fica bem pertinho da Times Square. Já tinha lido em blogs que a comida é super barata e gostosa. Escolhemos de entrada uma sopa de frango e eu inocentemente pensei que seria tão gostosa quanto a sopa do Fridays.... que nada.... nunca vi nada tão nojento!



Depois, pedimos como prato principal uma costela. E veio com um bolo no meio da comida!!!! Achei super esquisito!!!



Pra finalizar o terror, a comida estava super apimentada. Definitivamente, o bom preço não compensa tanta coisa ruim...


Voltamos para a Times Square e ficamos nas escadarias observando a movimentação da praça. 


A tarde foi indo embora... a noite foi chegando.... E quando escureceu pegamos nosso metrô e voltamos para a casinha...





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